"Há de chegar talvez o dia em que o Flamengo não precisará de jogadores, nem de técnicos, nem de nada. Bastará a camisa, aberta no arco. E diante do furor impotente do adversário, a camisa RUBRO-NEGRA será uma bastilha INEXPUGNÁVEL "

Nelson Rodrigues

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domingo, 10 de fevereiro de 2019

O que os Garotos do Ninho deixam de legado?


O que dizer nessa hora de tanta dor? Difícil achar palavras, etc, etc, etc. Mas, eu pretendo dizer, sim! Não adianta querer encontrar culpados. Todos são. Desde nós, torcedores a quem eles tentam agradar, como direção e até famílias. Sim todos temos uma parcela de culpa. 

A cada um de nós cabe uma responsabilidade sobre cada um de nós. Quantas vezes negligenciamos, em nossa casa, no nosso ambiente de trabalho, na rua, no trânsito, as condições ideais de segurança? Eu diria, com raríssimas exceções, que todos nós negligenciamos. 

Cuidar de meninos da base é responsabilidade de dirigentes e funcionários de um clube. A responsabilidade, essa sim, tem que ser cobrada. Responder a todos os porques que estão surgindo, cabe aos atuais diretores do clube (e de todos os clubes). 

Por que não haviam portas de emergência? e aonde não houver que coloquem já). O por que não havia sistema de água instalado (os sprinklers)? O porque nenhum extintor de incêndio à mão? O por que os bombeiros não interditaram aquele alojamento, que vinha sendo utilizado já a muito tempo?  

Essas responsabilidades precisam ser apuradas. E, imediatamente, serem cobradas em outros CTs, PELO BRASIL AFORA, esse mínimo de exigências.

Lamentar a morte desse Garotos do Ninho não será o bastante. Em nome deles, daqui pra frente, todas as medidas de segurança necessárias devem ser tomadas IMEDIATAMENTE. 

Que se crie no Corpo de Bombeiros, já, um grupo que seja responsável por toda e qualquer certificação dessas instalações esportivas. E que o MP do Rio, apure responsabilidades, cobre, e passe a acompanhar  e cobrar dos bombeiros maior seriedade na condução dessas inspeções e licença.

Quanto aos Garotos do Ninho, devem servir de inspiração ao clube. Que NUNCA mais aconteça nada parecido.

Arthur, Athila, Bernardo, Christian, Gedson, Jorge, Pablo, Rykelmo, Samuel e Vitor, todos entre 14 e 16 anos, eram o futuro do futebol brasileiro. Como todos os meninos que jogam nas categorias de base de qualquer clube, sonhavam em ter uma vida melhor e dar uma vida melhor aos seus.

Que de onde eles estiverem, possam iluminar a todos, que ficaram aqui!  

sábado, 31 de março de 2018

O ódio de Juninho Pernambucano ao Flamengo!

Desde a história de que o vasco é o eterno vice, que os torcedores cruzmaltinos nos odeiam. 

Tenho amigos, de verdade que são vascaínos. Eu só os chamo de "vascaídos", por conta dos três rebaixamentos. 

Nossas brincadeiras são saudáveis e ficam no campo da gozação, nunca da violência. Há pouco tempo, atrás, Juninho Pernambucano teceu comentários que desagradaram a torcida do Mais Querido (isso mata os vascaídos de raiva - Mais Querido). 

Foi quando do episódio do chôrôrô, gesto feito por Vinicius Junior, após o terceiro gol, contra o Botafogo. 

A torcida do Mengão caiu de pau nele, nas redes sociais, pois ele ele foi um que xingando, reagiu a gozação de vice. Está claro seu ódio ao torcedor rubro negro. Só não vê quem não quer. E uum fato claro disso é que o garoto que fez o gol do botafogo apertou o nariz, numa clara gozação a história do "cheirinho". E ele? Nada disse. Por que não condenou o gesto? Claro, contra o Mengão pode.

E a maior demonstração disso foi o comentário feito sobre a barração do Renan, no jogo contra o botafogo. (‘O Renê é feio, nordestino e não é amigo de ninguém. O brasileiro é preconceituoso e a torcida da massa é preconceituosa’).

Falou em preconceito contra "nordestinos e feios" da massa. Claro que estava indo à forra do que a torcida fez contra ele, no caso do chorôrô. A globo até tirou ele de alguns jogos.

A prova disso é que, ao se desculpar do que disse sobre a barração de Renan, afirmou: "Quando falei em preconceito, não foi para desmerecer pessoas ou entidades, muito menos o Flamengo. Falei em preconceito cultural. Preconceito histórico. Até na minha família tenho pessoas que têm algum tipo de preconceito. Posso estar errado mas é a impressão que tenho, é a minha opinião. Mas como jogador e comentarista respeito o Flamengo. Sempre respeitei."

Ou seja, respeita o Flamengo, mas não a sua torcida, a quem ele diz ser preconceituosa. Ora, O Renan até vinha bem, mas é fraco. Não é jogador para o Flamengo. 

Até concordo que Carpeggiani mexeu mal e errado, mas ele não criticou isso. Criticou o vice do Flamengo e a diretoria que atende a torcida. 

Ou seja, ele está mesmo é PUTO da vida com a torcida do Mengão que não deixou ele em paz nas redes sociais. Meu conselho?
CALA A BOCA JUNINHO!

Imagem de vencedores!

Imagem de vencedores!
Eu, meu filho Renato e meu neto Cristiano Junior no Maraca!